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domingo, 28 de setembro de 2008

Professor de Arte Fez Estudante Rezar para Jesus por Perdão

Extraído de http://richarddawkins.net/article,3140,Art-teacher-made-student-pray-to-Jesus-for-forgiveness,Blabbermouth

Traduzido por Daniel Vasques.
Por Blabbermouth


O filho do ex-guitarrista Riggs de ROB ZOMBIE e atual líder da SCUM OF THE EARTH, de 13 anos, foi relatadamente reprimido por sua professora de arte por usar uma camiseta inapropriada na sala de aula. A professora de arte alegadamente insultou o aluno perante seus colegas, arrastou-o para fora da sala no corredor e o forçou a rezar de joelhos pelo perdão de Jesus Cristo. Mais tarde, no mesmo dia, o diretor comentou que "era necessário haver uma reuião sobre a situação".

"Isso é ridículo", diz Riggs. "[A escola em questão] é uma escola pública, e supõe-se que haja uma separação entre Igreja e Estado. A camisa que meu filho estava usando era da minha banda SCUM OF THE EARTH (Trad: Gentalha da Terra). Não contém nenhuma linguagem ofensiva, é apenas o desenho de um monstro numa cruz... e nada mais. Você espera que alguém que seja um professor de arte teria alguma noção do conceito de liberdade de discurso, e de liberdade artística de expressão, contudo esta mulher é claramente uma maluca religiosa. É apenas outro exemplo de como essas pessoas se infiltraram nas escolas públicas, no governo e na política num esforço para forçar sua própria agenda sobre qualquer um que não acredite necessariamente nas mesmas coisas que eles - a despeito do que diz a Primeira Emenda da Constituição dos Estados Unidos da América".

Ele continua... "Essa cidade inteira está pirada... nós somos uma família honesta seguidora da lei que não causa mal a ninguém por aqui. Apenas porque tenho várias tatuagens, cabelo comprido e toco numa banda de rock, a cidade inteira pensa que veneramos Satanás e sacrificamos animais ao demônio. É difícil para mim ver o que está acontecendo com esse país, como o direito religioso está paulatinamente tornando aceitável violar as mesmas leis sobre as quais nosso país foi fundado. Eu consigo respeitar a liberdade religiosa, mas isso não significaria também que os religiosos devem respeitar os não-religiosos e as outras religiões também? Novamente, vemos que os religiosos não pensam dessa maneira.

domingo, 27 de abril de 2008

Vídeo: Pat Condell

Olá Cristãos Zangados. Vídeo de Pat Condell dirigido a todos os Cristãos que enviaram cartas, emails, ou o encontraram na rua e o xingaram, ameaçaram e disseram que ele ia arder no fogo do inferno. Pat Condell é brilhante não só no modo como rebate esses argumentos, mas também no modo como devolve isso de forma a deixar quem quer que o tenha xingado no mínimo sem graça. Vale a pena assistir.


sábado, 12 de abril de 2008

Vídeo: Caminhando para lugar nenhum

Vídeo interessante sobre como não existem mais cristãos no mundo depois de Cristo. A voz distorcida é o fraco do vídeo, mas acho que o autor não quis se identificar. Mesmo assim, vale a pena assistir. Vídeo do usuário peideiemvc

Como disse Nietzsche: "O último Cristão morreu na cruz".




sábado, 1 de março de 2008

Demita seus gurus

Repostado de Época Negócios.

É hora de acabar com a dependência e nos tornarmos tão grandes quanto os mestres que seguimos – tão autênticos, peculiares e obstinados quanto eles

por Tijn Touber


"Todo homem deve chegar aos céus à sua própria maneira"
Frederico II (1712-1786), rei da Prússia


Gurus, professores espirituais, terapeutas, conselheiros: eu costumava segui-los com devoção. Devorava seus livros, não perdia um seminário e me sentava a seus pés. Durante anos viajei para a Índia, sem dúvida o país com maior índice de gurus por habitante. Todo professor que eu encontrava prometia algum tipo de iluminação ou libertação: um dizia que seria pelo compartilhamento do conhecimento, outro por meditação, ioga ou recitação de mantras. Alguns pregavam sermões longos, outros ficavam de boca fechada. Havia os que eram a própria encarnação do amor; outros eram rudes e investiam sem piedade contra seus seguidores até lhes despedaçar o ego. Muitos desses gurus eram extraordinariamente sábios e enriqueceram muito minha vida.

Contudo, comecei a duvidar se a relação entre um guru e seus seguidores seria mesmo a melhor maneira de atingir a libertação. Afinal, pouquíssimas vezes encontrei um seguidor que houvesse alcançado a iluminação - alguém que parecesse tão sábio e radiante quanto seu mestre. A maioria dos seguidores era gente devota, mas que duvidava muito de si mesma. Percebi também, em mim mesmo, que algumas vezes eu parecia encolher na presença de um guru que inspirava admiração em todos. Seria um sentimento de honra e respeito ou seria medo de me erguer sobre meus próprios pés?

Há mais de mil anos, o mestre zen chinês Lin Chi chamava a atenção para o perigo dos gurus. Ele via como muitos de seus contemporâneos transferiam a responsabilidade por seu bem-estar espiritual para outros. Com isso, dizia ele, as pessoas abriam mão de seu poder e de sua autenticidade. Esta observação levou-o a fazer uma declaração que se tornaria célebre: "Se o Buda cruzar seu caminho, mate-o". Em outras palavras, se você acha que vai encontrar a iluminação fora de si mesmo, está no caminho errado. Afinal, a essência dos ensinamentos do Buda é que todos carregam um Buda dentro de si - ou, em outros termos, todos somos Buda.

Os ensinamentos de Lin Chi continuam atuais ainda hoje. Apesar da extrema individualização do mundo ocidental moderno, as pessoas continuam em busca de algo em que se apoiar. Hoje há mais gurus do que nunca, embora os títulos tenham mudado: conselheiro mental, terapeuta, assistente social.

O cientista social americano John McKnight, que há mais de 40 anos estuda o efeito dos conselheiros profissionais sobre a sociedade, é um Lin Chi moderno. "Todas as vezes que procuramos um especialista, abrimos mão de uma parte de nós mesmos. Com sua atuação, os conselheiros profissionais esvaziaram a alma da comunidade", diz ele em The Careless Society ("A sociedade negligente"). "O inimigo não é a pobreza, a doença, as enfermidades em geral, e sim um conjunto de interesses que exigem dependência sob a máscara de prestação de serviço."

Gurus e conselheiros profissionais não são os únicos que tendem a tornar as pessoas dependentes e a mantê-las subjugadas. Pais e educadores muitas vezes fazem o mesmo. Quantos deles vêem o "Buda" nas crianças? Em vez de encorajá-las a confiar em sua sabedoria inata, eles as entopem de fatos e números. Quase nunca perguntamos às crianças quem elas são, e sim o que desejam ser. A mensagem subjacente é a seguinte: vocês não são coisa alguma, mas se fizerem o que recomendamos, poderão se tornar alguém no futuro. Conseqüentemente, instilam em nós desde cedo que temos de mergulhar fundo na sabedoria dos outros em vez de explorar a sabedoria existente dentro de nós.

A idéia de que temos de nos tornar alguma coisa para sermos bem-sucedidos, livres ou felizes é um enorme mal-entendido. A convicção de que um caminho externo pode nos guiar a algo melhor é a razão pela qual praticamente ninguém jamais chega a seu destino. Se estamos sempre a caminho, jamais chegaremos a parte alguma. No bar que costumo freqüentar há uma placa com os dizeres: "Cerveja grátis amanhã". É claro que o amanhã nunca chega.

Os gurus também prometem a iluminação para mais tarde, condenando seus seguidores à eterna dependência. É uma via de mão dupla. O que seria do guru se ele não tivesse seguidores?

Naturalmente, alguns personagens influentes não ficaram encurralados nessa mútua dependência. Estes são os mestres radicais, que não toleram seguidores nem tietes, porque sabem que a liberdade espiritual só pode ser alcançada por aqueles que ousam se apresentar nus perante a verdade, sem lealdade prévia a uma doutrina ou guru. Jesus jamais teria se tornado cristão, tampouco Buda seria budista. Esses mestres eram rebeldes que seguiam antes de tudo a si mesmos (ou a Deus?). O analista Carl Gustav Jung é mais um exemplo. Certa vez, ele disse: "Graças a Deus não sou junguiano".

Jung referia-se ao que considerava um problema de relações desiguais em todas as formas de terapia. Ele acreditava que a cura só poderia acontecer se houvesse espaço para a pessoa em toda a sua inteireza. O psicólogo americano Marshall Rosenberg refere-se sem meias palavras à importância da igualdade entre as partes: "Quando o terapeuta se apresenta como tal, a terapia está fadada ao fracasso".

Uma relação desigual implica a existência de uma muralha que o seguidor dificilmente terá condições de atravessar. Superar o mestre é difícil, sobretudo se aprendemos a não confiar em nossa própria sabedoria. Seria esta a razão pela qual a palavra tibetana para guru, ou lama, é traduzida como "insuperável"? O seguidor não percorre uma trajetória própria, e sim a de um outro, porque se trata de um caminho já palmilhado. Portanto, não há necessidade de muito esforço para segui-lo. Tampouco o discípulo aprende as mesmas lições. A conclusão a que o mestre chega - o resultado do trabalho espiritual - não é a mesma a que chega seu seguidor. O mestre experimentou tanto a trajetória quanto o destino. O discípulo conhece apenas o destino, conforme descrito pelo mestre.

Esta é a razão pela qual os discípulos quase sempre são mais santos do que o papa e mais radicais em suas opiniões do que o mestre. Tais opiniões, não raro, podem ser reduzidas a cápsulas de fácil digestão. Afinal, quanto mais inseguras forem as pessoas, tanto mais se apegarão à "verdade". Além disso, a maior parte dos discípulos não entende totalmente os ensinamentos do mestre, por isso insights sutis e complexos são pasteurizados de forma a que se convertam em conceitos de fácil absorção e entendimento.

O paradoxo que muita gente encontra em sua busca por iluminação se deve ao fato de que esse estado de consciência não corresponde ao apego a "verdades" e "fatos". Muitas verdades e fatos não passam de pressupostos ou formas de lidar com a realidade. A palavra "fato", em seu sentido original no latim, "facere", significa "fazer". Um fato não é uma verdade, e sim uma criação. Portanto, não perdemos nossa "natureza búdica" por causa daquilo que não sabemos, e sim por causa daquilo que estamos convictos de saber porque outras pessoas assim nos disseram. No momento em que nos convencemos de que alguma coisa é fato, perdemos contato com a realidade. Reduzimos a verdade (supondo-se que ela exista) a uma palavra ou um método, e nos fechamos ao aprendizado e ao crescimento.

Talvez os gurus não sejam mestres a ser imitados. Talvez sejam muito mais exemplos que podem nos servir de inspiração. Eles nos mostram que é possível atingir um estado superior de consciência, mas cabe a nós chegar lá. Portanto, é hora de mandar embora os gurus (fatos, verdades, crenças, princípios, dogmas) para que o guru dentro de nós aflore. É hora de nos tornarmos tão grandes quanto os gurus que seguimos - tão autênticos, peculiares e obstinados quanto eles. Não se trata de um ato de transgressão ou de desrespeito. A maior homenagem que podemos prestar a nossos gurus é deixar claro que não precisamos mais deles. O tratamento deu certo: o guru morreu.

Este artigo foi publicado originalmente na edição de setembro de 2007 da revista Ode

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

Vídeo: Deus é Pai episódio 2

Mais um da fantástica série "Deus é Pai". Pena que só encontrei 3 episódios.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

Vídeo: Deus é pai

Excelente sátira: Deus e Jesus vão à analista. "Farelo de pão? Você ainda está preocupado com esse farelo de pão, caralho?". Hilário.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

Vídeo: Fanatismo ao extremo

Impressionante esse completo idiota. O que o extremismo religioso faz... O caseiro achava que os ex-patrões estavam possuídos. QUEM ESTÁ POSSUÍDO É VOCÊ, SEU CASEIRO IMBECIL. VAI REZAR... E LEMBRE-SE: DEUS NÃO EXISTE. VOCÊ DEVERIA SER CONDENADO À PENA CAPITAL.


sábado, 26 de janeiro de 2008

10 mitos - e 10 verdades - sobre ateísmo

Traduzido por Daniel Vasques.

Autor: Sam Harris

Repostado de: http://richarddawkins.net/print.php?id=460

Link original: http://www.samharris.org/site/full_text/10-myths-and-10-truths-about-atheism1

Data original: 24 de Dezembro de 2006

The Los Angeles Times

DIVERSAS PESQUISAS indicam que o termo "ateísmo" adquiriu um estigma tão extraordinário nos Estados Unidos que ser um ateu é atualmente um impedimento perfeito para uma carreira política (de uma maneira que ser negro, muçulmano ou homossexual não é). De acordo com uma pesquisa recente da revista Newsweek, apenas 37% dos Americanos votariam por um ateu qualificado para presidente.

Ateus são geralmente tidos como intolerantes, imorais, deprimidos, cegos à beleza da natureza e dogmaticamente fechados à evidência do sobrenatural.

Mesmo John Locke, um dos grandes patriarcas do Iluminismo, acreditava que o ateísmo "não deveria ser tolerado de forma alguma" porque, disse ele, "promessas, convenções e juramentos, que são os pilares das sociedades humanas, não têm valor para um ateu."

Isso foi há mais de 300 anos. Mas nos Estados Unidos de hoje, pouco parece ter mudado. Um notável valor de 87% da população alega "nunca duvidar" da existência de Deus; menos de 10% se identificam como ateus - e sua reputação parece estar deteriorando.

Dado que sabemos que os ateus estão freqüentemente entre os mais inteligentes e letrados cientificamente em qualquer sociedade, parece importante desinflar os mitos que os impedem de participar mais de nosso discurso nacional.

1) Ateus acreditam que a vida é sem sentido.

Pelo contrário, as pessoas religiosas freqüentemente se preocupam com a falta de sentido da vida e imaginam que ela só pode ser redimida pela promessa de felicidade eterna além do túmulo. Ateus tendem a ter muita certeza de que a vida é preciosa. A vida é embuída de sentido sendo vivida real e inteiramente. Nossos relacionamentos com aqueles que amamos têm sentido agora; não precisam durar para sempre para isso. Ateus tendem a achar esse medo da falta de sentido...bem...sem sentido.

2) O Ateísmo é responsável pelos maiores crimes da história da humanidade.

Pessoas de fé freqüentemente alegam que os crimes de Stalin, Hitler, Mao e Pol Pot foram o produto inevitável da descrença. O problema com o fascismo e com o comunismo, contudo, não é o fato de eles serem muito críticos com relação à religião; o problema é que eles são muito parecidos com religiões. Tais regimes são dogmáticos ao extremo e geralmente originam cultos a personalidades que são indistingüíveis de cultos de heróis religiosos. Auschwitz, o gulag e os campos de extermínio não foram exemplos do que acontece quando seres humanos rejeitam o dogma religioso; são exemplos de dogmas políticos, raciais e nacionalistas correndo soltos. Não há sociedade na história humana que tenha sofrido porque suas pessoas se tornaram racionais demais.

3) Ateus são dogmáticos

Judeus, cristãos e muçulmanos alegam que suas escrituras são tão prescientes das necessidades humanas que só poderiam ter sido escritas sob a orientação de uma divindade onisciente. Um ateu é simplesmente uma pessoa que considerou essa afirmação, leu os livros e achou que a afirmação era ridícula. Não é preciso ter fé nem ser dogmático para rejeitar crenças religiosas injustificadas. Conforme o historiador Stephen Henry Roberts (1901-71) disse uma vez: "Eu sustento que somos ambos ateus. Eu apenas acredito em um deus a menos que você. Quando você entender porque você dispensa todos os outros deuses possíveis, você entenderá porque eu dispenso o seu."

4) Ateus pensam que tudo no universo resulta do acaso.

Ninguém sabe porque o Universo veio a existir. De fato, não é inteiramente claro se podemos coerentemente falar sobre o "começo" ou a "criação" do universo, já que essas idéias invocam o conceito de tempo, e aqui estamos falando sobre a origem do próprio espaço-tempo.

A noção de que os ateus acreditam que tudo foi criado por acaso é também regularmente jogada como uma crítica à evolução Darwiniana. Conforme Richard Dawkins explica em seu livro maravilhoso, "Deus, um delírio", isso representa uma total incompreensão da teoria da evolução. Embora nós não saibamos precisamente como a os processos químicos da Terra jovem gerou a biologia, sabemos que a diversidade e a complexidade que vemos no mundo vivente não é o produto do mero acaso. Evolução é uma combinação de mutação ao acaso e seleção natural. Darwin chegou à sentença "seleção natural" por analogia à "seleção artificial" realizada pelos criadores de animais. Em ambos os casos, a seleção exerce um efeito altamente não-aleatório no desenvolvimento de qualquer espécie.

5) O Ateísmo não tem conexão com a ciência.

Embora seja possível ser um cientista e ainda acreditar em Deus - como alguns cientistas parecem conseguir - não há dúvida que um engajamento com o pensamento científico tende a erodir, em vez de sustentar, a fé religiosa. Tomando a população dos EUA como exemplo: a maioria das pesquisas mostra que cerca de 90% do público geral acredita em um Deus pessoal; embora 93% dos membros da Academia Nacional de Ciências não o faça. Isso sugere que há poucos modos de pensar menos apropriados à fé religiosa do que a ciência.

6) Ateus são arrogantes.

Quando os cientistas não sabem algo - como por que o universo veio a existir ou como as primeiras moléculas auto-replicantes se formaram - eles o admitem. Fingir saber coisas que não se sabe é uma profunda irresponsabilidade na ciência. E ainda assim é o sangue vital da religião baseada na fé. Uma das ironias monumentais do discurso religioso pode ser encontrada na freqüência com que as pessoas de fé se vangloriam de sua humildade, enquanto afirmam saber fatos sobre cosmologia, química e biologia que nenhum cientista sabe. Quando consideram as questões sobre a natureza do cosmos e nosso lugar dentro dele, ateus tendem a buscar suas opiniões na ciência. Isso não é arrogância; é honestidade intelectual.

7) Ateus são fechados à experiência espiritual.

Não há nada que impeça um ateu de sentir amor, êxtase, arrebatamento e espanto; ateus podem valorizar essas experiências e procurá-las regularmente. O que os ateus não tendem a fazer são afirmações injustificadas (e injustificáveis) sobre a natureza da realidade com base nessas experiências. Não há dúvida que alguns Cristãos mudaram suas vidas para melhor lendo a Bíblia e rezando para Jesus. Isso prova o quê? Prova que algumas disciplinas de atenção e códigos de conduta podem ter um efeito profundo na mente humana. As experiências positivas do Cristão sugerem que Jesus é o únicos salvador da humanidade? Nem remotamente - porque Hindus, Budistas, Muçulmanos e mesmo ateus regularmente têm experiências similares.

Não há, de fato, nenhum Cristão nessa Terra que possa ter certeza de que Jesus usava barbas, muito menos que ele nasceu de uma virgem ou ressurgiu dos mortos. Essas não são o tipo de afirmações que a experiência espiritual possa autenticar.

8) Ateus acreditam que não há nada além da vida e da compreensão humanas.

Ateus são livres para admitir os limites da compreensão humana de uma maneira que nem os religiosos podem. É óbvio que nós não entendemos completamente o universo; mas é ainda mais óbvio que nem a Bíblia e nem o Corão demonstram o melhor conhecimento dele. Nós não sabemos se há vida complexa em algum outro lugar do cosmos, mas pode haver. E, se há, tais seres podem ter desenvolvido um conhecimento das leis naturais que vastamente excede o nosso. Ateus podem livremente imaginar tais possibilidades. Eles também podem admitir que se extraterrestres brilhantes existirem, o conteúdo da Bíblia e do Corão lhes será menos impressionante do que são para os humanos ateus.

Do ponto de vista ateu, as religiões do mundo banalizam completamente a real beleza e imensidão do universo. Não é preciso aceitar nada baseado em provas insuficientes para fazer tal observação.

9) Ateus ignoram o fato de que a religião é extremamente benéfica para a sociedade.

Aqueles que enfatizam os bons efeitos da religião nunca parecem perceber que tais efeitos falham em demonstrar a verdade de qualquer doutrina religiosa. É por isso que temos termos como pensamento desejoso (“wishful thinking”) e “auto-enganação”. Há uma profunda diferença entre uma ilusão consoladora e a verdade.

Em qualquer caso, os bons efeitos da religião podem ser certamente questionados. Na maioria das vezes, parece que as religiões dão péssimos motivos para se agir bem, quando temos realmente bons motivos disponíveis. Pergunte a si mesmo: o que é mais moral? Ajudar os pobres por se preocupar com seus sofrimentos, ou ajudá-los porque acha que o criador do universo quer que você o faça e o recompensará por fazê-lo ou o punirá por não fazê-lo?

10) O Ateísmo não provém uma base para a moralidade.

Se uma pessoa ainda não entendeu que a crueldade é errada, não descobrirá isso lendo a Bíblia ou o Corão – já que esses livros transbordam de celebrações da crueldade, tanto humana quanto divina. Não tiramos nossa moralidade da religião. Decidimos o que é bom em nossos bons livros recorrendo a intuições morais que são (até certo ponto) embutidas em nós e refinadas por milhares de anos de reflexão sobre as causas e possibilidades da felicidade humana.

Fizemos um progresso moral considerável ao longo dos anos, e não o fizemos lendo a Bíblia ou o Corão mais de perto. Ambos os livros toleram a prática de escravidão – e ainda assim seres humanos civilizados agora reconhecem que escravidão é abominável. Tudo que há de bom nas escrituras – como a regra de ouro – pode ser apreciado por sua sabedoria ética sem a crença de que isso nos tenha sido transmitido pelo criador do universo.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

Humor: Jesus e Maomé

Traduzido do site Jesus & Mo por Daniel Vasques

domingo, 13 de janeiro de 2008

Vídeo: Exterminador do Futuro

Exterminador do Futuro na época de Cristo. Bastante divertido. É engraçado o desespero de Jesus tentanto evitar que Arnold mate Judas.

sábado, 12 de janeiro de 2008

Vídeo: George Carlin

Agora George Carlin desmembra os dez mandamentos.

Muito bom. Assistam que vale a pena.

Humor: Jesus e Maomé

Traduzido de Jesus And Mo por Daniel Vasques


domingo, 6 de janeiro de 2008

Bíblia - A História Mais Confusa de Todos os Tempos

Assistam ao vídeo abaixo e vocês hão de concordar comigo... Afinal, o que foi que realmente aconteceu? Ninguém parece saber, não é?

sábado, 5 de janeiro de 2008

Humor: Jesus e Maomé

Traduzido por Daniel Vasques de Jesus And Mo




sexta-feira, 4 de janeiro de 2008

terça-feira, 1 de janeiro de 2008