domingo, 7 de junho de 2009
Vídeo: o milagre de Noé
sexta-feira, 5 de junho de 2009
Vídeos: Falta do que fazer
Assistam os vídeos. É, no mínimo, engraçado.
Nem a xuxa escapou dessa.
terça-feira, 19 de fevereiro de 2008
Santa Catarina: jovem teria torturado mãe "em nome de Deus"
Fabrício Escandiuzzi
Direto de Florianópolis
A polícia de Blumenau, a 200 km de Florianópolis (SC), informou que um jovem confessou ter espancado e torturado a mãe até a morte e afirmou ter agido em "nome de Deus". Alexandro Seixas, 20 anos, foi preso em flagrante por policiais na segunda-feira, dentro uma igreja evangélica.
Com roupas cobertas de sangue, ele não ofereceu resistência. O corpo de Maria Olívia Fagundes, 56 anos, foi encontrado por vizinhos que teriam visto Seixas sair de casa sujo de sangue.
Os policiais encontraram o corpo da mulher e vários objetos, como pá de pedreiro, martelo, cordas e faca. Na delegacia, o jovem teria afirmado ao delegado responsável pelo caso, Henrique Stodieck Neto, ter "tirado o demônio do corpo da mãe" e agido para "atender um pedido de Deus".
Segundo Stodieck, mãe e filho teriam discutido na noite de domingo e a mulher acabou morta na manhã seguinte, depois de supostamente passar horas sendo torturada.
"O filho fez de tudo para torturar a vítima durante toda a madrugada, antes de matá-la na manhã de ontem. Foi algo inimaginável", disse. "Ela foi amarrada, teve os mamilos cortados e sofreu vários tipos de crueldade".
A Polícia Civil começa a coletar, nesta terça-feira, depoimentos de testemunhas e de pessoas ligadas à igreja que o acusado freqüenta. O objetivo é descobrir indícios de que o jovem pudesse ter sido violento em outras oportunidades.
"Queremos saber com os fiéis como era o comportamento do autor dentro da instituição religiosa, para que possamos encerrar o inquérito", disse Stodieck, destacando que ainda aguarda um laudo para saber o que causou a morte de Maria Olívia. "A materialidade e autoria do crime já estão identificadas, por isso o inquérito deve ser concluído nos próximos dias".
Seixas poderá ser indiciado por homicídio doloso, com agravantes de ser cometido com meio cruel, sem possibilidade de defesa da vítima e por motivo fútil.
O delegado informou que foi o terceiro caso de pais assassinados por filho registrado em 2008 em Blumenau. "De nove homicídios registrados na cidade, três envolveram esse tipo de relação familiar", lamentou.
Redação Terra
Comentário: Esse imbecil retardado morfético tinha que ser condenado à morte. Matar a mãe porque Deus mandou? Deus nem existe... É um cretino infeliz mesmo. Depois dizem que a religião faz bem ao ser humano. Aonde? Cada caso desse não aconteceria não fosse por causa da maldita religião. E cadê o Deus que nem protegeu a mãe desse imbecil acéfalo? Por certo ela também acreditava nesse mesmo Deus. E nem me venham com esse negócio de livre arbítrio. Isso é desculpa de aleijado para justificar a ausência de Deus. E só.
quarta-feira, 2 de janeiro de 2008
Citação

segunda-feira, 31 de dezembro de 2007
Perguntas e Respostas Sobre Ateísmo com Richard Dawkins
Link original: http://desicritics.org/2007/05/26/003610.php
Por Diganta e Richard Dawkins
Obrigado a ranjani pelo link
Richard Dawkins, autor do best-seller do NY Times - Deus, um delírio - foi entrevistado muitas vezes recentemente. As questões colocadas eram principalmente relacionadas a seu livro, as visões sobre ateísmo, moralidade e o mundo atual.
Ele respondeu a todas as questões de um modo impecável e confiante. Toda resposta fala sobre a sua paixão e a sua ânsia de explicar sua posição sobre cada ponto. É uma experiência incrível vê-lo falando. Tentei levantar alguns tópicos comumente perguntados e suas respectivas respostas.
Por que você é contra a fé?
Porque eu sou uma pessoa que se importa com a verdade. A religião e qualquer tipo de dogma são os grandes obstáculos contra a verdade. Não só isso, também me preocupo com a posição que a religião ocupa em nossa sociedade. Você pode atacar a visão política de alguém, criticar um técnico de futebol, mas não pode atacar a fé religiosa de ninguém. É uma espécie de imunidade a críticas que a religião experimenta, apesar de ser provado que isso é ilógico.
Há bilhões de pessoas pelo mundo seguindo suas fés e vivendo suas vidas. Como você as descreve?
Claro, há bilhões de pessoas vivendo suas vidas religiosas e a maioria delas são inofensivas. Mas elas carregam um vírus de fé com elas, que transmitem de uma geração a outra, e poderiam criar uma 'epidemia' de fé a qualquer momento. Como eu disse, sou uma pessoa que se importa com a verdade e também quero ver as pessoas seguindo a verdade. A verdade não é uma revelação, mas a verdade foi estabelecida através de evidências e experimentos repetidos.
Há cientistas que são religiosos. O que você acha deles?
Sim, infelizmente há muitos bons cientistas que o são. Embora eu não entenda claramente sua posição na vida, me parece que ou eles agem como pessoas religiosas conscientemente por alguma outra razão ou compartimentalizam suas visões baseadas no contexto.
Pessoas religiosas afirmam que tiram sua moralidade da religião. De onde deriva a moralidade de um ateu?
Pessoas religiosas não tiram sua moralidade da religião. Eu discordo (com o entrevistador) neste ponto. Quase todos nós concordamos com bases morais onde a religião não tem efeito. Por exemplo, nós todos odiamos a escravidão, nós queremos a emancipação das mulheres - são todas nossas bases morais. Essas bases morais começaram a ser construídas apenas alguns séculos atrás e muito depois de todas as religiões já terem se estabelecido. Nossa moralidade deriva do ambiente em que vivemos, talk shows, romances, editoriais de jornais e, é claro, orientação dos pais. A religião talvez teria apenas um papel pequeno a desempenhar nesse campo. Um ateu tem sua moralidade derivada das mesmas fontes que as pessoas religiosas.
Mas todos os livros religiosos dão orientação moral às pessoas, como não matar o próximo. Por que você acha que eles ainda são ruins?
Os livros religiosos falam sobre não matar o próximo da mesma maneira que falam em não mostrar a pele das mulheres e em matar os infiéis. O Deus do Velho Testamento, conforme eu descrevi, não é de modo algum uma 'pessoa' boa. Deus é certamente muito melhor no Novo Testamento. Contudo, quando você seleciona e escolhe os versos bons de um livro religioso, os parâmetros, aqueles que você usa, certamente não vêm da religião em si. Por exemplo, quando você diz que o Novo Testamento é melhor, você certamente não está usando o Cristianismo como juiz. Os parâmetros que você usa são o efeito da moralidade que já está em você assimilada das diferentes fontes da sua vida.
Em seu livro, você diz que Deus 'quase com certeza não existe'. Por que deixa aberta a possibilidade?
Qualquer pessoa de ciência deixará aberta a possibilidade, já que não é possível negar a existência de qualquer evento improvável. Eu seria a primeira pessoa a aceitar Deus se as evidências apontassem a favor dele.
Então você aceita que a Ciência não pode negar a existência de Deus. Qual é o problema se as pessoas seguem as religiões até que Deus seja descartado?
A Ciência não pode negar Deus assim como não pode negar Apollo nem Juju nem Thor com seu martelo nem mesmo um monstro de spaghetti voador criando o universo. Contudo, nós não acreditamos neles porque é improvável que eles existam. Nós também não acreditamos nas fadas de Hans Andersen embora não possamos provar sua inexistência. Acreditar em um evento improvável ou em uma deidade apenas porque não podemos provar sua inexistência parece tolice para mim.
Por que você não acha que o Universo, imenso, complexo e misterioso seja criação de um ser Supremo, onde podemos ver que todas as coisas complexas são de fato criadas?
Primeiro, se você assume que todas as coisas complexas são criadas, então um Deus, capaz de criar um universo tão complexo, também deve ser uma entidade complexa e também deve ter um criador. Por outro lado, se você seguir o caminho da evolução Darwiniana, você verá como um organismo complexo pode ser construído a partir de seres relativamente mais simples pelo processo de Seleção Natural. E é muito mais lógico acreditar que nós e o Universo em geral começamos de um começo mais simples do que um criador complexo dando início a tudo.
Quando você fica no topo de uma montanha, a vastidão do mundo não o abala? Você não fica encantado com a beleza da natureza e com as misteriosas leis do vasto Universo?
Claro que sim. E eu mencionei isso no primeiro capítulo do meu livro como a espiritualidade seguida por Einstein. Ele estava muito encantado com os mistérios do mundo e era uma experiência muito excitante explorá-los. É um tipo de espiritualidade que não requer Deus, uma deidade pessoal para explicar os mistérios da Natureza. É bem diferente de uma religião centralizada em torno de um Deus que pode ler mentes, manter rastros de pecados, julgar pessoas após a morte, punir descrentes e regrar o Universo.
Qual a sua opinião acerca de Stalin e Hitler como ateus?
Eu disse em meu livro que Hitler não era de modo algum ateu, já que ele era religiosamente inclinado contra os Judeus. Stalin estava dogmaticamente seguindo o comunismo. Eu já falei que nenhum de nós, efetivamente, obtém sua moralidade pela religião. Stalin, de fato, usava o comunismo dogmático como sua fonte de moralidade - se pudermos chamar isso de moralidade. Ser ateu não requer que você se torne dogmático nem comunista, apenas requer que você não acredite em Deus. Uma pessoa trabalhando num grupo da Máfia pode também ser ateu embora seja ilógico afirmar que o ateísmo tenha impulsionado o tal sujeito a isso. Há outros colegas trabalhando com ele que são religiosos.
Por que você relaciona religião com 'abuso infantil'?
Eu relaciono rotular as crianças como 'menino judeu' ou 'criança muçulmana' como abuso infantil porque, na infância, as crianças ainda não escolheram sua visão religiosa. Não apenas isso, elas são criadas de um modo separado de outros grupos e visões religiosas de forma que sigam a fé religiosa de seus pais. Obstruir a visão das crianças claramente constitui abuso infantil.
Sua ambição é que as pessoas que lerem o seu livro abandonem sua fé, não é?
Não há mal algum em sonhar alto e pode-se dizer que essa é minha ambição. Mas, na prática, queremos que as pessoas que seguem o terreno médio, que nunca pensaram mais profundamente nesse assunto, pensem duas vezes e conscientemente rejeitem Deus. Também posso ver que, nos EUA, 10 a 15% das pessoas são ateus, mais que qualquer grupo religioso minoritário. Contudo, eles não têm quaisquer poderes políticos ou lobbies comparados a um forte lobby judeu. Eu quero que os ateus se unam e estabeleçam uma visão política 'neutra em relação a Deus', com uma visão própria, para um mundo melhor e mais equilibrado.
Referências
- Entrevista com Jeremy Paxman na BBC.
- Entrevista na CNN no Dia de Darwin
- Entrevista na TV Ontario (parte 1, parte 2 e parte 3)
- Entrevista no The Hour (parte 2)
- O debate - parte 1, parte 2 e parte 3
- RichardDawkins.net para mais fontes de vídeos/entrevistas
Diganta Sarkar é um Profissional de Software. Ele é curioso sobre o mundo da ciência e da cultura. Seu objetivo ao escrever é apresentar sua visão lógica ao mundo. Ele apresenta suas visões em seu próprio blog (horizonspeaks) assim como em desicritics.
Post original: 2 de junho de 2007
domingo, 30 de dezembro de 2007
O Grande Debate do Unicórnio!
"Dou cem dólares se alguém puder demonstrar que não existe um unicórnio imaterial nesta sala.”

As primeiras tentativas de resolver o problema foram geradas por uma má compreensão da questão: um dos estudantes declarou que era muito simples: basta encher a sala com água, e o corpo do unicórnio deslocaria um certo volume de água, o que revelaria a presença ou demonstraria a ausência do animal (aparentemente, preocupações éticas sobre a possibilidade de afogar o unicórnio estavam fora da proposta). “Eu disse ‘imaterial’, não ‘invisível,’” lembrei. Como todos sabem, a água passa por corpos imateriais sem ser deslocada. “Oh!” As tentativas seguintes foram forjadas mais cuidadosamente.
Um esforço particularmente esperto — que claramente pegou o objetivo do exercício — foi: “Não há unicórnios imateriais nesta sala de aula, porque em nossa sala existe uma condição atmosférica, indetectável por qualquer dispositivo que temos atualmente, que faz com que unicórnios materiais se materializem, dessa forma tornando-os visíveis a olho nu”. Fala em me vencer no meu próprio jogo.Mas eu não ia deixar meus cem irem embora tão fácil. Eu respondi que a pessoa em questão obviamente não entendia os mistérios do Unicornismo, ou perceberia o quanto essa tentativa foi tola.
Uma aluna veio com uma solução filosoficamente mais desafiadora ao problema:
Fato 1: Imaterialidade é definido como ausência de matéria.
Fato 2: A matéria não pode ser criada nem destruída.
Conclusão 1: Algo imaterial não pode ser criado nem destruído.
Fato 3: O pensamento existe apenas como algo imaterial.
Fato 4: O pensamente existe apenas na própria mente.
Conclusão 2: Há algo imaterial que existe apenas na própria mente.
Conclusão 3: A presença de algo imaterial pode ser criada ou destruída apenas na própria mente.
Conclusão 4: A criação ou destruição de algo imaterial na própria mente é determinada pela crença.
Conclusão Final: Não há um unicórnio imaterial e invisível a não ser que se creia nisso dentro da própria mente.
Maldição! Queria que mais teólogos mostrassem um senso de raciocínio tão aguçado.
Ainda assim, não era bom o bastante, e pedi à turma que verificasse a prova apresentada e visse onde estavam as falhas. Em meia hora de discussão, vários problemas foram revelados.
Primeiro, a física moderna não sustenta mais que a matéria não pode ser criada nem destruída. De fato, de acordo com a mecânica quântica, esses processos acontecem o tempo todo. A razão pela qual normalmente não os detectamos é que são muito rápidos e se equilibram perfeitamente, assim não esperamos que uma cadeira subitamente apareça do nada ou desapareça. (Embora, pela teoria das supercordas, esse tipo de flutuação quântica pode ter sido responsável pela origem do Universo, que teria literalmente vido à existência de lugar nenhum. Assustador...)
Segundo, quem disse que o pensamento é imaterial? Alguns remanescentes cartesianos podem ainda pensar assim, mas no século 21 está se tornando mais aceitável considerar o pensamente como um aspecto de atividades bem físicas ocorrendo no cérebro. De fato, podemos medir quais partes do cérebro estão envolvidas em vários tipos de pensamentos e até sentimentos. Não quer dizer que tenhamos um entendimento total do que é o pensamento - longe disso. Mas as chances de que se mostre que são imateriais (no sentido de não depender da matéria) são muito reduzidas.
Mas observe que eu concordo plenamente com a conclusão: não há unicórnio imaterial a não ser que se acredite nisso na sua própria mente. Mas a única justificativa que eu (ou qualquer um, até onde eu saiba) posso dar para tal conclusão é a minha própria intuição.
A mesma aluna apresentou outro argumento, dessa vez baseado nas leis da física. Ela corretamente sustentou que um unicórnio imaterial não poderia ser afetado pelas leis da física, ou se aproveitar delas, por ser imaterial por definição. Assim, poderíamos imaginar o unicórnio como um ponto imaterial sem extensão, como um ponto euclidiano. Tal ponto imaterial não poderia "ficar" na sala porque a própria sala — junto com a Terra e o Sistema Solar — se move pelo espaço em alta velocidade. O cerne dessa demonstração depende na intuição do próprio Descartes do problema em que se meteu propondo um conceito dualístico do corpo humano: se a mente não é corpórea, como ela afeta o corpo?
Descartes “resolveu” o problema postulando que a glândula pineal era a sede da alma. Mas, como todos os filósofos depois dele perceberam, minimizar o tamanho do ponto de contato entre o material e o imaterial (a glândula pineal é a menor do sistema endócrino) não desfaz o paradoxo de uma entidade imaterial agindo sobre a matéria (ou vice versa). De fato, isso é o que torna fantasmas, ectoplasmas e experiências extracorpóreas tão difíceis de acreditar: se você está fora do corpo, como você se vê deitado na cama? Com que olhos? Que cérebro há para processar o sinal visual? E, dado que seu sentido de "si" depende de ter um cérebro funcionando, quem é você, quando você está fora do corpo?
Mas, claro, para salvar meu dinheirinho, só o que eu precisava responder era que — de novo — os mistérios do Unicornismo dizem não apenas que o unicórnio imaterial não é um ponto, mas que ele permanece na sala sem problema, é macho, tem um metro e meio de altura e é branco (como eu sei que ele é branco se ele é imaterial e invisível? Bem, a essa altura você deve saber: é um mistério do Unicornismo…).
Ao fim, meus alunos concordaram que não há maneira de demonstrar a inexistência do unicórnio fantasmal. Depois de garantir meus cem dólares, eu perguntei se apesar de tudo eles acreditavam na existência do unicórnio. A resposta foi unanimemente negativa. “Por quê?”, perguntei, fingindo surpresa. “Porque é tolice acreditar em uma coisa para a qual não há evidência,” foi a aturdida resposta geral. Alguns segundos depois, alguém perguntou: “Então qual é a diferença para a crença em Deus?” Mas a hora da aula havia terminado, e deixei-os discutindo teologia, com a satisfação de ter feito um bom trabalho.
Autor: Massimo Pigliucci, PhD em botânica, genética e filosofia.
Postado via GodLessLiberator
"A Verdade honesta de Deus?"
Traduzido por Daniel Vasques de http://www.richarddawkins.net/article,1755,Gods-honest-truth,Andrew-Brown-Guardian
Link original: http://commentisfree.guardian.co.uk/andrew_brown/2007/10/gods_honest_truth.html
Obrigado a Flagellant pelo link.
O governo Sueco está tornando ilegal o ensino de doutrina religiosa nas escolas como verdade. Bretanha deve seguir o processo.
O governo Sueco anunciou planos de reprimir rigorosamente a educação religiosa. Logo será ilegal mesmo para escola religiosas particulares ensinarem doutrinas religiosas como sendo verdades. Em uma interessante deturpação da experiência Americana, a oração permanecerá legal nas escolas - afinal, não tem valor de verdade. Mas tudo que ocupa tempo curricular terá que ser secular. "Os alunos têm que ser protegidos de todo tipo de fundamentalismo", disse o ministro da educação, Jan Björklund.
O Criacionismo e o Design Inteligente são explicitamente banidos, mas o proselitismo também o é mesmo nas classes de educação religiosa. O Corão pode não ser ensinado como verdade mesmo em escolas muçulmanas independentes, assim como a Bíblia em escolas Cristãs. A decisão parece um ataque assustador ao direito dos pais de ensinar os filhos aquilo que acham melhor. Claro que isso não vai tão longe quanto a política de Dawkins de proibir os pais de tentar passar as doutrinas mesmo dentro de suas próprias famílias - se fosse, certamente iria contra a convenção Européia dos direitos humanos. Também não vai tão longe quanto Nyamko Sabuni, a ministra da integração - nascida em Burundi - gostaria: ela queria banir todas as escolas religiosas juntas. Mas essa é ainda uma medida muito drástica para uma perspectiva inglesa.
A lei está sendo apresentada na Suécia como se isso preocupasse grande parte das seitas Cristãs fundamentalistas no interior; mas o Partido Democrata Cristão, que representa essas pessoas, se é que alguém o faz, está perfeitamente feliz com a nova regulamentação. Há pouca dúvida que o objetivo principal é combater o fundamentalismo Islâmico, especialmente em conjunto com um outro novo requisito de que todas as escolas independentes declarem todas as suas fontes de renda. Isso permitiria aos inspetores - cujo orçamento está sendo dobrado - concentrarem seus esforços nestas escolas que têm maior probabilidade de receber dinheiro para quebrar as regras.
No pano de fundo desses anúncios vem o lançamento de um documentário sobre os jihadi suecos, que acompanha aluns jovens por um período de dois anos em sua lenta conversão para a insanidade homicida.
A questão é se nós na Bretanha veremos isso como uma medida necessária na luta para conter as ideologias islâmicas. Pode uma defesa de liberdade ser montada convincentemente por um estado que toma uma posição tão firma sobre o que é e o que não é verdade? Ou a liberdade não pode ser preservada sem essas medidas? O dilema não faz sentido de uma posição completamente liberal, onde se assume que a verdade sempre vencerá numa competição justa e que o estado deve quase sempre ser desacreditado. Mas os suecos nunca foram muito liberais nesse sentido, não obstante o fato de que os dois ministros aqui envolvidos são membros do Partido Liberal.
Superficialmente, a posição Britânica não poderia ser mais diferente. A estratégia do governo britãnico com o extremismo protestante ou islâmico em Ulster tem sido - até agora enquanto tivemos uma - bajulação e corrupção, ou o que a Microsoft, em outro contexto, chama de "aproveitar e estender". Ache os líderes, bajule-os e os arraste até a classe liderante na esperança de que eles vão então cooperar e ver que seus seguidores também o farão. A aposta que o governo está fazendo nas escolas religiosas é a de que se os grupos religiosos ganham suas próprias escolas para administrar, eles o farão de uma forma que será boa para a sociedade como um todos, assim como para seus alunos. Certamente isso funciona muito bem com a Igreja da Inglaterra. As escolas anglicanas são felizes, geralmente, por ensinar religião como se não fosse verdade; para colocar de um modo mais bajulador, eles se concentram mais nos frutos do espírito do que no dogma. Contudo, ninguém supõe que a sociedade seja ameaçada por um movimento terrorista educado nas escolas primárias anglicanas.
Ordenar que as escolas muçulmanas, judias e católicas parem de ensinar sua própria religião como se fossem verdade, o que é essencialmente a posição sueca, parece uma tarefa impossível para um governo britânico. Mas eu acho que pode ser necessária também. É certamente o único modo de descobrir se os pais dessas escolas realmente querem o "ethos" ou as crenças pseudo-factuais e o que exatamente as pessoas que as fundam pensam que estão comprando com seu dinheiro.
Postado originalmente em: 18 de outubro de 2007
sábado, 29 de dezembro de 2007
Psiquiatras são os menos religiosos de todos os médicos
Link original: http://www.physorg.com/news108005993.html
Uma pesquisa nacional sobre práticas e crenças religiosas de médicos Americanos descobriu que os menos religiosos dos médicos de todas as especialidades são os psiquiatras. Entre os psiquiatras que têm uma religião, há duas vezes mais Judeus e alguns poucos são Protestantes ou Católicos, as duas religiões mais comuns entre médicos no geral.
O estudo, publicado em na edição de Setembro de 2007 de Psychiatric Services, também descobriu que médicos religiosos, especialmente Protestantes, têm menor probabilidade de encaminhar seus pacientes ao psiquiatra, e maior probabilidade de enviá-los a membros do clérigo ou a um conselheiro religioso.
"Algo na psiquiatria, talvez suas conexões históricas com a psicanálise e as visões anti-religiosas dos primeiros analistas, como Sigmund Freud, parece dissuadir estudantes médicos religiosos de escolher a especialização nessa área," disse o autor do estudo Farr Curlin, médico, professor assistente de medicina na Universidade de Chicago. "Parece também desencorajar médicos religiosos de encaminhar seus pacientes aos psiquiatras."
"Pesquisas anteriores documentaram o perfil religioso incomum da psiquiatria," ele disse, "mas esse é o primeiro estudo a sugerir que esse perfil leva muitos médicos a desviarem o olhar dos psiquiatras quando buscam ajuda para o sofrimento psicológico e espiritual de seus pacientes."
"Porque os psiquiatras cuidam de pacientes que lutam contra problemas emocionais, pessoais e de relacionamento," Curlin disse, "a lacuna entre a religiosidade do psiquiatra médio e do paciente médio pode tornar difícil para eles se conectarem em um nível humano."
Em 2003, para aprender sobre a contribuição de fatores religiosos nas práticas clínicas dos médicos, Curlin e colegas pesquisaram 1820 médicos de todas as especialidades, incluindo um número aumentado de psiquiatras; 1144 (63%) médicos responderam, incluindo 100 psiquiatras.
A pesquisa continha questões sobre especialidades médicas, religião e medidas daquilo que os pesquisadores chamaram de religiosidade intrínseca - a extensão até a qual os indivíduos abraçam sua religião como "o motivo mestre que guia e dá significado às suas vidas".
Embora 61% de todos os médicos americanos fossem ou Protestantes (39%) ou Católicos (22%), apenas 37% dos psiquiatras eram Protestantes (27%) ou Católicos (10%). 29% eram judeus, comparados com 13% de todos os médicos. 17% dos psiquiatras listaram sua religião como "nenhuma", comparado com apenas 10% de todos os médicos.
A pesquisa de Curley também incluía essa breve vinheta, designada para apresentar "sintomas ambíguos de agonia psicológica" como forma de medir a disposição dos médicos de encaminhar pacientes a psiquiatras:
"Um paciente se apresenta a você com pesar profundo e contínuo dois meses após a morte de sua esposa. Se você fosse encaminhar o paciente, para qual dos seguintes você preferiria encaminhar primeiro? (um psiquiatra ou psicólogo, um membro do clérigo ou conselheiro religioso, um capelão do sistema de saúde ou outro)"
No geral, 56% dos médicos indicaram que encaminhariam o paciente ao psiquiatra ou psicólogo, 25% a um membro do clérigo ou outro conselheiro religioso, 7% a um capelão do sistema de saúde e 12% a outra pessoa.
Embora médicos Protestantes tivessem apenas metade da probabilidade de encaminhar o paciente ao psiquiatra, médicos Judeus eram mais propensos a fazê-lo. Os que menos encaminhavam eram os Protestantes mais altamente religiosos que freqüentavam a Igreja pelo menos duas vezes por mês e procuravam por orientação de Deus "bastante ou quase sempre".
"Os pacientes provavelmente procuram, em algum grau, médicos que compartilhem suas visões sobre as grandes questões da vida," Curlin disse. Isso pode ser especialmente verdadeiro na psiquiatria, onde a comunicação é tão essencial. A incompatibilidade entre crenças religiosas de psiquiatras e pacientes pode tornar difícil para os que sofrem de problemas emocionais ou pessoais encontrarem médicos que partilhem seu sistema de crenças fundamentais.
Fonte: Universidade de Chicago
Data da publicação: 03/09/2007
Garota de 16 anos morre após disputa de hijab com seu pai
Link original: http://network.nationalpost.com/np/blogs/toronto/archive/2007/12/11/girl-16-dies-after-hijab-dispute-with-father.aspx
Obrigado a Linda Ward Selbie pelo link.

Amy Smithers e Katie Rook atualizam a morte de Aqsa Parvez:
A garota de Mississauga de 16 anos que foi alegadamente estrangulada por seu pai em uma disputa acerca de sua recusa em usar o hijab morreu.
Aqsa Parvez, uma estudante de segundo colegial em Applewood Heights, sucumbiu às lesões na noite passada, disse a Polícia Regional de Peel.
O pai de 57 anos da menina, Muhammad Parvez, foi acusado de homicídio. O irmão de 26 anos de Aqsa, Waqas Parvez, foi acusado de obstrução da justiça.
Os amigos acreditam que Aqsa (vista acima em uma foto pessoal) foi vítima de uma disputa acerca do desejo da adolescente em ser mais ocidental. "Ela queria viver a vida a seu modo, não do jeito que seus pais queriam", disse a colega Krista Garbhet ao The Post essa manhã. "Ela queria apenas ser ela mesma, honestamente ela queria apenas mostrar sua beleza, e não ser empurrada por seus pais dizendo-lhe como ela tem que ser, o que ela tem que fazer. Ninguém iria querer."
Um anúncio transmitido na escola, perto da Rua Bloor e da Estrada Cawthra nesta manhã, confirmaram a morte de Aqsa.
Representantes da escola descreveram-na como uma aluna enérgica e bem-quista.
"A polícia de Peel está investigando a morte de Aqsa. É natural querer respostas sobre o porquê desta tragédia ter ocorrido, mas nós realmente não temos nenhuma dessas respostas ainda. É importante evitarmos especulações e rumores. Se alguém tiver informação de primeira mão que julgar relevante para esse caso, pode conversar com um dos professores ou conselheiros, ou com a equipe de plantão," um dos representantes da escola disse aos estudantes.
Um memorial com uma fotografia de Aqsa e livro-dedicatória foi montado no vestíbulo principal da escola.
Conselheiros estarão à disposição no velório para dar apoio aos colegas em choque. Uma bandeira do lado de fora da escola foi abaixada em memória da garota.
O editorial do National Post discute esse caso em seu podcast aqui.
Padre que Cometeu Suicídio Para Renascer é Cremado
Link original: http://www.ibnlive.com/news/priest-who-committed-suicide-for-rebirth-cremated/54924-3.html?xml
Obrigado a Srinavasaraman Govindarajan pelo link
Raipur: O drama do "milagre" dos três dias na cidade industrial de Raigarth em Chhattisgarh terminou na segunda-feira à tarde (24/12/2007) depois que um pastor Hindu, que havia cometido o suicídio prometendo retornar à vida em 72 horas após sua morte, foi cremado.
Centenas de pessoas tomaram lugar em torno do corpo de Manoj Baghel, 25 anos, que pôs fim a sua vida no sábado (22/12/2007) consumindo veneno em um templo em Raigarh, cerca de 200Km a nordeste da capital do Estado, Raipur. Baghel clamava que retornaria à vida.
"O drama do milagre agora acabou, já que as pessoas que circundavam o corpo do pastor morto para testemunhar o renascimento entregaram o seu corpo à polícia para a autópsia na segunda-feira à tarde", disse o superintendente de polícia de Raigarh, J. K. Thorate.
Pessoas haviam cercado o templo onde o corpo era mantido em uma sala trancada e recusavam-se a entregá-lo à polícia, esperando que o pastor voltasse à vida na noite de segunda-feira.
"Eles perderam toda a esperança de renascimento do pastor", disse o oficial de polícia. A polícia registrou um caso de suicídio.
Thorate disse que após a autópsia, o corpo foi entregue ao pai do pastor, Ram Prasad Baghel, um fazendeiro, que cremou seu único filho.
O jovem pastor foi levado às pressas para um hospital do distrito após consumir o veneno. Foi então encaminhado a um hospital particular, onde faleceu. Os parentes de Baghel mais tarde trouxeram seu corpo de volta ao templo, onde uma multidão imensa havia se juntado para testemunhar o "milagre do renascimento".
quinta-feira, 27 de dezembro de 2007
A Psicologia por Trás dos Cultos Religiosos
Os cultos mantêm seus seguidores colocando-os através de um ciclo de altos e baixos. Há uma psicologia por trás dessa tática e ela consiste em explorar os membros e torná-los dependentes do culto. Essa lavagem cerebral é muito eficiente e é importante que as pessoas entendam como ela funciona.
Se olharmos na Wikipedia, "Culto, a grosso modo, se refere a um grupo social coeso devotado a crenças ou práticas que a cultura em volta considera fora da corrente principal."
Assim, todas as religiões são cultos. Se um culto em particular é considerado ou não uma religião depende dos costumes locais e tradições de uma determinada área.
Agora à Psicologia da Lavagem Cerebral

Que fique claro que isso pode acontecer em uma vasta gama de situações. Isto NÃO requer um ambiente isolado, abuso físico nem controle completo de um recruta. Essas táticas ajudam a tornar a lavagem cerebral mais efetiva, porém não são necessárias.
A característica importante acerca da lavagem cerebral é que ela é feita repetidas vezes para atingir a meta desejada. Quando as pessoas param de pensar independentemente por si próprias, quando param de questionar seu próprio senso de certo e errado, e quando se recusam a ouvir informação que entra em conflito com suas próprias crenças... então seus cérebros foram efetivamente lavados.
Ache ou Crie Recrutas Vulneráveis
Pessoas passando pela perda de um ente querido, pela perda de um emprego, uma situação desconfortável ou frustrante, etc., pode ser considerada vulnerável (basicamente qualquer coisa que o torne triste, ansioso ou bravo). Cultos são especialmente bons em encontrar essas pessoas. Muitos grandes cultos enviarão missionários a países de terceiro mundo e áreas devastadas pela guerra onde existem muitas dessas pessoas. Em áreas mais desenvolvidas, os cultos almejam locais onde essas pessoas se concentram, tais como campi de faculdades e áreas hospitalares.
Um recrutador de um culto vai "estender a mão" e fazer essas pessoas perceberem que "lhes falta algo". O recrutador alegará ter a solução para esse problema. A Cientologia usa um "teste de personalidade" para mostrar a um recruta como ele pode melhorar a sua personalidade. Recrutadores para o Cristianismo e o Islamismo com freqüência dirão que você irá para o "inferno" ou enfrentará "a danação eterna" quando você morrer, e que você pode ser "salvo". Os Budistas e os Hare Krishna usarão o guiso da felicidade para demonstrar que eles possuem algo que os faz felizes, apesar de pobres. O Hinduísmo dirá que você tem uma "alma perdida" e oferece "orientação espiritual". A primeira intenção do recrutador do culto, de início, é explorar a vulnerabilidade do recruta e fazê-lo se sentir pior acerca de sua situação.
Evangélicos
Faça o Recruta Derrubado se Sentir Bem
O recrutador vai então recompensar o recruta com suporte social quando ele ou ela ouve e concorda com a propaganda. Freqüentemente o recrutador oferecerá assistência pessoal para conseguir que o novo recruta entre no ambiente isolado do culto. Essa interação positiva ajuda a fazer com que o novo recruta entre em uma construção própria do culto. Esses ambientes isolados dos cultos levam nomes distintos: igreja, sinagoga, mesquita, centro de dianética, jinja, mandir, torre de vigia, santuário (para nomear alguns). O encorajamento do recrutador faz o novo recruta se sentir bem e melhora sua auto-estima. Esse passo reforça que o culto e qualquer coisa envolvida com o culto é boa.

Templo Hainan
Use a Culpa Para Tornar a Derrubar o RecrutaNo ambiente isolado do culto, um membro do culto explicará por que ele ou ela é ruim/mau/impuro. As coisas que tornam uma pessoa "má" são geralmente comportamentos humanos normais e aceitáveis e assim é inevitável que o recruta seja culpado desses "males". Coisas como sexo e uso de drogas são quase universalmente rejeitados pelos cultos. Comportamentos que são na verdade adaptativos em muitas situações, tais como desonestidade, furto e violência, são sempre ruins. Portanto, de acordo com o culto, NUNCA é correto mentir
, trapacear, furtar ou mutilar em nenhuma situação, não importando o dano em potencial ou o ganho pessoal. Muitos cultos também vão alegar que a crença em um(ns) ser(es) sobrenatural(ais) é um requerimento para ser "puro". O recruta acaba se sentindo culpado por sua impropriedade e acredita que sua infelicidade era sua culpa. A auto-estima do recruta vai cair por causa de sua culpa. O Cristianismo e o Judaísmo têm os 10 mandamentos. O Islamismo e o Mormonismo têm uma lista ainda maior de mandamentos. O Budismo tem as 5 percepções. O Budismo tem as regras do karma e dharma. E cada culto tem seu único conjunto de regras.
Traga a Auto-estima do Recruta de Volta Para Cima
Agora que o recruta foi derrubado para baixo de novo pela culpa, os membros do culto vão empenhar-se em trazer a auto-estima do recruta de volta para cima. O culto vai pedir ao recruta para confessar todos os seus erros aos outros membros. Quando o recruta expõe sua culpa ao culto, os membros dão ao recruta enaltecimento e declaram que o recruta está no caminho da "salvação". A liberação da culpa faz o recruta perceber que não é ele ou ela que está errado, mas sim suas crenças. O culto vai dizer ao recruta para seguir as regras e voltar ao local "sagrado" com uma freqüência regular. Isso significa retornar ao ambiente isolado do culto pelo menos toda semana, senão mais freqüentemente. O novo recruta então vai embora se sentindo feliz e aliviado.
Continue o Ciclo de Derrubar e Levantar os Membros do Culto
Ao longo da semana o membro do culto vai provavelmente cometer um dos "pecados" e se sentir culpado. Atribuirá qualquer tristeza, ansiedade ou raiva às suas crenças defeituosas. Retornará ao ambiente do culto em baixa. Na reunião semanal, o culto usará a influência social de um grande grupo de pessoas para agora induzir culpa e derrubar membros mais para frente. A confissão de erros e a "bondade" do culto vai mais uma vez ser usada para elevar a auto-estima de todos.
O ciclo se repete semana após semana.
A Perda de Identidade e a ExploraçãoPor fim, a auto-valoração do membro do culto se torna dependente do culto em si. O valor do culto propriamente dito substitui qualquer valor individual. Os membros do culto sentem que qualquer felicidade é por causa do culto, e os "pecados" do mundo real são a causa de sua infelicidade.
Uma vez que o indivíduo tenha atingido este ponto, ele também vai ter perdido a maior parte do seu pensamento independente. O culto então explora o membro por seu tempo e seus recursos. Doações de dinheiro são obrigatórias em todos os cultos. Membros de cultos alegarão que a doação não é obrigatória, contudo não doar ou tirar dinheiro do culto é um "pecado maior". Dízimo, contribuições voluntárias, doações sacrificiais, intendência voluntária, tzedakah, alms e zakat são alguns nomes para essas doações obrigatórias. Em todos os cultos doar dinheiro é considerado "sagrado" e respondido com enaltação (estranho que mesmo o sobrenatural obedeça o todo-poderoso $$).
Como em qualquer negócio, a intenção dos cultos não é realmente ajudar os membros, mas sim lucrar com eles. Diferentemente dos outros negócios, cultos não pagam impostos. Essa distinção é um resultado de políticos e outros oficiais do governo sendo membros dos cultos eles próprios. A influência dos cultos está espalhada em todos os países do mundo. Esperançosamente, informações como essas vão ajudar as pessoas a perceber essas técnicas de controle da mente e de manipulação.
