A reação de minha mãe não foi tão violenta, mas foi mais ou menos parecida. O moleque foi corajoso. É engraçada a cara do pai (acho que é o pai). Ele não fala nada. Provavelmente também é ateu e está no armário. A pergunta que eu faço é: a mãe do menino acredita. Tudo bem. Nada contra. E daí se ele não acredita? Eu não estou vendo ele tentando convencê-la a não acreditar. É engraçado como os religiosos reagem com violência quando você não mostra convicção religiosa nenhuma. Bem, a Bíblia diz para matar aqueles que pedem para seguir outros deuses ou para não seguir deus algum, não é? Então talvez fosse melhor essa mãe matar seu filho.
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domingo, 13 de janeiro de 2008
terça-feira, 1 de janeiro de 2008
Isenção de Impostos do Clérigo no Fim
Traduzido por Daniel Vasques de http://news.nky.com/apps/pbcs.dll/article?AID=/AB/20071217/NEWS0103/712170361
Por ação judicial, lei estadual incita a mudança
POR BRENNA R. KELLY BKELLY@NKY.COM
BURLINGTON - Sacerdotes no Condado de Boone foram isentos de pagar impostos sobre salários por sete anos, mas o clérigo pode logo perder essa vantagem.
O Condado planeja remover a isenção terça-feira em resposta a uma nova lei estadual, a Constituição do Estado e um processo movido por um ateu que alega que a isenção não é justa.
Uma vez removida a isenção, os salários dos sacerdotes estariam sujeitos à taxa de 0,8% que todos os trabalhadores do Condado devem pagar. Como a lei do Condado para de cobrar impostos depois que alguém ganha $51.257 por ano, o máximo que um sacerdote poderia pagar no próximo ano em impostos seria $410,06.
A Tesoureira do Condado de Boone Lisa Buerkley não espera que os impostos sobre os sacerdotes gere muito dinheiro.
"Não é por causa do dinheiro, é por causa da obediência à lei", Buerkley disse.
O Condado deu a eles a isenção em 2000 depois de uma sentença na Corte do Circuito do Condado de Kenton que afirmava que os impostos violavam o direito da Primeira Emenda dos sacerdotes de liberdade de religião.
A sentença também afirmava que tal isenção não violava a Constituição Estadual, disse Jim Parsons, administrador do Condado de Boone na época.
Depois da sentença, um sacerdote de Florença ameaçou processar o Condado de Boone se este não permitisse a isenção, disse Parsons.
"Foi um impacto muito pequeno em nossa receita, então decidimos ir em frente", Parsons disse.
O Condado foi processado de qualquer forma, não pelo sacerdote, mas por Edwin Kagin, um residente da União e ateu.
Kagin, que é diretor legal da "American Atheists", disse que a isenção viola a Seção 5 da Constituição de Kentucky.
A seção diz que grupos religiosos não podem ter preferência sob a lei. Segue assim: "nem pessoa alguma deve ser compelida a freqüentar qualquer lugar de veneração, contribuir com a construção ou manutenção de tais lugares nem com o salário ou suporte de qualquer sacerdote de qualquer religião."
Se todos têm que pagar o imposto, exceto os sacerdotes, "você está contribuindo para que eles se mantenham", Kagin disse.
Em protesto, Kagin disse, ele não pagou o imposto por vários anos até que o Condado ameaçou processá-lo. A ação judicial de Kagin está pendente desde 2005, mas ela decairá se o Condado remover a isenção, ele disse.
Kagin falou que não tinha sido sincero sobre a mudança porque ele não queria que as pessoas pensassem que a ação proposta era pró-ateísmo.
"É na verdade pró-Constituição", ele disse. "Todo mundo devia ficar indignado que os sacerdotes são isentos de pagar os impostos devidos."
A questão da isenção dos sacerdotes tem sido interpretada de diferentes maneiras por advogados.
Mas uma lei que o Legislativo passou em 2006 parece esclarecer qualquer confusão, disse o Procurador do Condado de Boone Bob Neace.
Essa lei, que entrou em vigor em julho de 2006, diz que "Sacerdotes de religião devidamente ordenados, comissionados, ou licenciados devem ser sujeitos às mesmas taxas de licensa impostas aos outros no Condado no que diz respeito a salários, pagamentos, comissões e outras formas de compensação recebidas por trabalho feito e serviços prestados.
O Condado deve obedecer com a nova lei do Estado, Neace disse.
"Se o estatuto não existe, temos então um argumento de que podemos ter aquela isenção?" ele disse. "Eu acho que está aberto a interpretações."
No Condado de Campbell, os sacerdotes ainda são isentos dos impostos de 1,05% sobre os salários, disse Linda Eads, a gerente ocupacional de impostos do Condado.
Eads disse que a nova lei foi discutida na conferência da Associação de Licença Ocupacional de Kentucky no ano passado.
"Estou ciente disso," ela disse. "Discutimos na conferência da ALOK (KOLA, no original) e decidimos que ninguém vai nos processar para que lancemos impostos sobre eles."
O Condado de Kenton não retornou as ligações sobre os impostos salariais.
Comentário: já é um progresso. Pelo menos tem lugar que já percebeu que é um roubo padre e pastor não pagar imposto para ficar andando de Mercedes e Rolls Royce. Faltam ainda os cegos de fé tirarem as vendas e os óculos escuros e enxergarem um pouco melhor. Mas já estamos caminhando, não é?
Por ação judicial, lei estadual incita a mudança
POR BRENNA R. KELLY BKELLY@NKY.COM
BURLINGTON - Sacerdotes no Condado de Boone foram isentos de pagar impostos sobre salários por sete anos, mas o clérigo pode logo perder essa vantagem.
O Condado planeja remover a isenção terça-feira em resposta a uma nova lei estadual, a Constituição do Estado e um processo movido por um ateu que alega que a isenção não é justa.
Uma vez removida a isenção, os salários dos sacerdotes estariam sujeitos à taxa de 0,8% que todos os trabalhadores do Condado devem pagar. Como a lei do Condado para de cobrar impostos depois que alguém ganha $51.257 por ano, o máximo que um sacerdote poderia pagar no próximo ano em impostos seria $410,06.
A Tesoureira do Condado de Boone Lisa Buerkley não espera que os impostos sobre os sacerdotes gere muito dinheiro.
"Não é por causa do dinheiro, é por causa da obediência à lei", Buerkley disse.
O Condado deu a eles a isenção em 2000 depois de uma sentença na Corte do Circuito do Condado de Kenton que afirmava que os impostos violavam o direito da Primeira Emenda dos sacerdotes de liberdade de religião.
A sentença também afirmava que tal isenção não violava a Constituição Estadual, disse Jim Parsons, administrador do Condado de Boone na época.
Depois da sentença, um sacerdote de Florença ameaçou processar o Condado de Boone se este não permitisse a isenção, disse Parsons.
"Foi um impacto muito pequeno em nossa receita, então decidimos ir em frente", Parsons disse.
O Condado foi processado de qualquer forma, não pelo sacerdote, mas por Edwin Kagin, um residente da União e ateu.
Kagin, que é diretor legal da "American Atheists", disse que a isenção viola a Seção 5 da Constituição de Kentucky.
A seção diz que grupos religiosos não podem ter preferência sob a lei. Segue assim: "nem pessoa alguma deve ser compelida a freqüentar qualquer lugar de veneração, contribuir com a construção ou manutenção de tais lugares nem com o salário ou suporte de qualquer sacerdote de qualquer religião."
Se todos têm que pagar o imposto, exceto os sacerdotes, "você está contribuindo para que eles se mantenham", Kagin disse.
Em protesto, Kagin disse, ele não pagou o imposto por vários anos até que o Condado ameaçou processá-lo. A ação judicial de Kagin está pendente desde 2005, mas ela decairá se o Condado remover a isenção, ele disse.
Kagin falou que não tinha sido sincero sobre a mudança porque ele não queria que as pessoas pensassem que a ação proposta era pró-ateísmo.
"É na verdade pró-Constituição", ele disse. "Todo mundo devia ficar indignado que os sacerdotes são isentos de pagar os impostos devidos."
A questão da isenção dos sacerdotes tem sido interpretada de diferentes maneiras por advogados.
Mas uma lei que o Legislativo passou em 2006 parece esclarecer qualquer confusão, disse o Procurador do Condado de Boone Bob Neace.
Essa lei, que entrou em vigor em julho de 2006, diz que "Sacerdotes de religião devidamente ordenados, comissionados, ou licenciados devem ser sujeitos às mesmas taxas de licensa impostas aos outros no Condado no que diz respeito a salários, pagamentos, comissões e outras formas de compensação recebidas por trabalho feito e serviços prestados.
O Condado deve obedecer com a nova lei do Estado, Neace disse.
"Se o estatuto não existe, temos então um argumento de que podemos ter aquela isenção?" ele disse. "Eu acho que está aberto a interpretações."
No Condado de Campbell, os sacerdotes ainda são isentos dos impostos de 1,05% sobre os salários, disse Linda Eads, a gerente ocupacional de impostos do Condado.
Eads disse que a nova lei foi discutida na conferência da Associação de Licença Ocupacional de Kentucky no ano passado.
"Estou ciente disso," ela disse. "Discutimos na conferência da ALOK (KOLA, no original) e decidimos que ninguém vai nos processar para que lancemos impostos sobre eles."
O Condado de Kenton não retornou as ligações sobre os impostos salariais.
Comentário: já é um progresso. Pelo menos tem lugar que já percebeu que é um roubo padre e pastor não pagar imposto para ficar andando de Mercedes e Rolls Royce. Faltam ainda os cegos de fé tirarem as vendas e os óculos escuros e enxergarem um pouco melhor. Mas já estamos caminhando, não é?
sábado, 29 de dezembro de 2007
Garota de 16 anos morre após disputa de hijab com seu pai
Traduzido por Daniel Vasques de http://www.richarddawkins.net/article,1995,Girl-16-dies-after-hijab-dispute-with-father,National-Post-Toronto
Link original: http://network.nationalpost.com/np/blogs/toronto/archive/2007/12/11/girl-16-dies-after-hijab-dispute-with-father.aspx
Obrigado a Linda Ward Selbie pelo link.

Amy Smithers e Katie Rook atualizam a morte de Aqsa Parvez:
A garota de Mississauga de 16 anos que foi alegadamente estrangulada por seu pai em uma disputa acerca de sua recusa em usar o hijab morreu.
Aqsa Parvez, uma estudante de segundo colegial em Applewood Heights, sucumbiu às lesões na noite passada, disse a Polícia Regional de Peel.
O pai de 57 anos da menina, Muhammad Parvez, foi acusado de homicídio. O irmão de 26 anos de Aqsa, Waqas Parvez, foi acusado de obstrução da justiça.
Os amigos acreditam que Aqsa (vista acima em uma foto pessoal) foi vítima de uma disputa acerca do desejo da adolescente em ser mais ocidental. "Ela queria viver a vida a seu modo, não do jeito que seus pais queriam", disse a colega Krista Garbhet ao The Post essa manhã. "Ela queria apenas ser ela mesma, honestamente ela queria apenas mostrar sua beleza, e não ser empurrada por seus pais dizendo-lhe como ela tem que ser, o que ela tem que fazer. Ninguém iria querer."
Um anúncio transmitido na escola, perto da Rua Bloor e da Estrada Cawthra nesta manhã, confirmaram a morte de Aqsa.
Representantes da escola descreveram-na como uma aluna enérgica e bem-quista.
"A polícia de Peel está investigando a morte de Aqsa. É natural querer respostas sobre o porquê desta tragédia ter ocorrido, mas nós realmente não temos nenhuma dessas respostas ainda. É importante evitarmos especulações e rumores. Se alguém tiver informação de primeira mão que julgar relevante para esse caso, pode conversar com um dos professores ou conselheiros, ou com a equipe de plantão," um dos representantes da escola disse aos estudantes.
Um memorial com uma fotografia de Aqsa e livro-dedicatória foi montado no vestíbulo principal da escola.
Conselheiros estarão à disposição no velório para dar apoio aos colegas em choque. Uma bandeira do lado de fora da escola foi abaixada em memória da garota.
O editorial do National Post discute esse caso em seu podcast aqui.
Link original: http://network.nationalpost.com/np/blogs/toronto/archive/2007/12/11/girl-16-dies-after-hijab-dispute-with-father.aspx
Obrigado a Linda Ward Selbie pelo link.

Amy Smithers e Katie Rook atualizam a morte de Aqsa Parvez:
A garota de Mississauga de 16 anos que foi alegadamente estrangulada por seu pai em uma disputa acerca de sua recusa em usar o hijab morreu.
Aqsa Parvez, uma estudante de segundo colegial em Applewood Heights, sucumbiu às lesões na noite passada, disse a Polícia Regional de Peel.
O pai de 57 anos da menina, Muhammad Parvez, foi acusado de homicídio. O irmão de 26 anos de Aqsa, Waqas Parvez, foi acusado de obstrução da justiça.
Os amigos acreditam que Aqsa (vista acima em uma foto pessoal) foi vítima de uma disputa acerca do desejo da adolescente em ser mais ocidental. "Ela queria viver a vida a seu modo, não do jeito que seus pais queriam", disse a colega Krista Garbhet ao The Post essa manhã. "Ela queria apenas ser ela mesma, honestamente ela queria apenas mostrar sua beleza, e não ser empurrada por seus pais dizendo-lhe como ela tem que ser, o que ela tem que fazer. Ninguém iria querer."
Um anúncio transmitido na escola, perto da Rua Bloor e da Estrada Cawthra nesta manhã, confirmaram a morte de Aqsa.
Representantes da escola descreveram-na como uma aluna enérgica e bem-quista.
"A polícia de Peel está investigando a morte de Aqsa. É natural querer respostas sobre o porquê desta tragédia ter ocorrido, mas nós realmente não temos nenhuma dessas respostas ainda. É importante evitarmos especulações e rumores. Se alguém tiver informação de primeira mão que julgar relevante para esse caso, pode conversar com um dos professores ou conselheiros, ou com a equipe de plantão," um dos representantes da escola disse aos estudantes.
Um memorial com uma fotografia de Aqsa e livro-dedicatória foi montado no vestíbulo principal da escola.
Conselheiros estarão à disposição no velório para dar apoio aos colegas em choque. Uma bandeira do lado de fora da escola foi abaixada em memória da garota.
O editorial do National Post discute esse caso em seu podcast aqui.
Publicado em 11 de dezembro de 2007
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