Com um toque de bom humor, porém retratando coisas que todos tomam por verdade e não se perguntam "como".
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domingo, 7 de junho de 2009
Vídeo: o milagre de Noé
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sábado, 12 de abril de 2008
Vídeo: Caminhando para lugar nenhum
Vídeo interessante sobre como não existem mais cristãos no mundo depois de Cristo. A voz distorcida é o fraco do vídeo, mas acho que o autor não quis se identificar. Mesmo assim, vale a pena assistir. Vídeo do usuário peideiemvc
Como disse Nietzsche: "O último Cristão morreu na cruz".
Como disse Nietzsche: "O último Cristão morreu na cruz".
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quinta-feira, 10 de abril de 2008
Ele está de volta
Repostado de Kibeloco
200 países não eram suficientes para ele. Ele queria mais. Ronildo Peçanha, o homem dos milagres.

200 países não eram suficientes para ele. Ele queria mais. Ronildo Peçanha, o homem dos milagres.

Eu queria saber "enchergar" e queria ter conhecido pelo menos 1 "paíz". Mas acho que não fui "abenssoado" o "sufissiente". Eu queria também saber o que é "ressucitar", pois, se Cristo que é Cristo apenas ressuscitou, que diríamos se soubéssemos que ele também "ressucitou"?
Como disse Antônio Tabet, placar final:
Ronildo: 256
Fifa: 208
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Ronildo Peçanha
sábado, 5 de abril de 2008
Richard Dawkins revela o milagre de Fátima

Extraído de "Desvendando o Arco-Íris - Ciência, Ilusão e Encantamento", de Richard Dawkins, Cia. das Letras, 2000, págs 179-180.
David Hume, grande filósofo escocês do século XVIII, me parece inatacável:
[...] nenhum testemunho é suficiente para estabelecer um milagre, a menos que o testemunho seja de tal ordem que sua falsidade seria mais milagrosa do que o fato que procura estabelecer. ("Of Miracles", 1748)
Vou observar o preceito de Hume com respeito a um dos milagres mais bem atestados de todos os tempos, que dizem ter sido testemunhado por 70 mil pessoas e que ainda está dentro do alcance da memória viva. É a aparição de Nossa Senhora de Fátima. Cito um relato de um website católico romano, no qual se observa que, dentre as muitas alegadas aparições de Maria, essa é incomum por ser oficialmente reconhecida pelo Vaticano.
Em 13 de outubro de 1917, havia mais de 70 mil pessoas reunidas na Cova da Iria em Fátima, Portugal. Tinham vindo para observar um milagre que fora profetizado pela Virgem Maria aos três jovens visionários: Lúcia dos Santos e seus dois primos, Jacinta e Francisco Marto [...]. Pouco depois do meio-dia, Nossa Senhora apareceu aos três visionários. Quando a Virgem estava prestes a desaparecer, ela apontou para o céu. Lúcia, emocionada, repetiu o gesto, e as pessoas olharam para o céu [...]. Então um arfar de terror se elevou da multidão, pois o Sol parecia ter se desprendido do céu e estar prestes a se espatifar sobre a multidão horrorizada [...]. Quando a bola de fogo parecia que ia cair e destrui-los, o milagre cessou, e o Sol retomou o seu lugar normal no céu, brilhando tão pacificamente quanto antes.
Se o milagre do Sol cadente tivesse sido visto apenas por Lúcia, a jovem responsável pelo culto de Fátima, poucos o levariam a sério. Poderia ser facilmente uma alucinação particular ou uma mentira por motivos óbvios. São as 70 mil testemunhas que impressionam. Poderiam 70 mil pessoas ser simultaneamente vítimas da mesma alucinação? Poderiam 70 mil pessoas ser coniventes com a mesma mentira? Ou, se nunca houve 70 mil testemunhas, o repórter do acontecimento poderia ter conseguido inventar esse número?
Vamos aplicar o critério de Hume. Por um lado, somos solicitados a acreditar numa alucinação em massa, num truque da luz ou numa mentira em massa envolvendo 70 mil pessoas. Deve-se admitir que isso é improvável. Mas é menos improvável do que a outra alternativa: que o Sol realmente se moveu. O Sol pendente sobre Fátima não era afinal um Sol privado; era o mesmo Sol que aquecia todos os outros milhões de pessoas no lado iluminado do planeta. Se o Sol realmente tivesse se movido - mas o fenômeno só foi visto pelas pessoas de Fátima -, um milagre ainda maior teria sido perpetrado: uma ilusão de não-movimento teve de ser encenada para todas as milhões de testemunhas que não estavam em Fátima. E isso ignorando-se o fato de que, se o Sol tivesse realmente se movido na velocidade noticiada, o sistema solar teria se rompido. Não temos outra alternativa senão seguir Hume, escolher a menos milagrosa das alternativas existentes e concluir, ao contrário da doutrina oficial do Vaticano, que o milagre de Fátima não ocorreu. Além disso, nem é de todo claroque nos cabe o ônus de explicar como é que essas 70 mil testemunhas foram iludidas.
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Richard Dawkins
quinta-feira, 20 de março de 2008
Olha isso!

Detalhes: ele visitou mais países que a ONU tem cadastrados em seu sistema. Adoraria ver como ele faz para tirar o câncer com a mão e como ele faz para revelar o oculto e o escondido, bem como o emagrecimento instantâneo. Só rindo para não mandar esse desgraçado para o Quinto dos Infernos. Filho da p... Enganador. Estelionatário maldito.
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Ronildo Peçanha
sábado, 29 de dezembro de 2007
Psiquiatras são os menos religiosos de todos os médicos
Traduzido por Daniel Vasques de http://www.richarddawkins.net/article,1600,Psychiatrists-are-the-least-religious-of-all-physicians,PhysOrgcom
Link original: http://www.physorg.com/news108005993.html
Uma pesquisa nacional sobre práticas e crenças religiosas de médicos Americanos descobriu que os menos religiosos dos médicos de todas as especialidades são os psiquiatras. Entre os psiquiatras que têm uma religião, há duas vezes mais Judeus e alguns poucos são Protestantes ou Católicos, as duas religiões mais comuns entre médicos no geral.
O estudo, publicado em na edição de Setembro de 2007 de Psychiatric Services, também descobriu que médicos religiosos, especialmente Protestantes, têm menor probabilidade de encaminhar seus pacientes ao psiquiatra, e maior probabilidade de enviá-los a membros do clérigo ou a um conselheiro religioso.
"Algo na psiquiatria, talvez suas conexões históricas com a psicanálise e as visões anti-religiosas dos primeiros analistas, como Sigmund Freud, parece dissuadir estudantes médicos religiosos de escolher a especialização nessa área," disse o autor do estudo Farr Curlin, médico, professor assistente de medicina na Universidade de Chicago. "Parece também desencorajar médicos religiosos de encaminhar seus pacientes aos psiquiatras."
"Pesquisas anteriores documentaram o perfil religioso incomum da psiquiatria," ele disse, "mas esse é o primeiro estudo a sugerir que esse perfil leva muitos médicos a desviarem o olhar dos psiquiatras quando buscam ajuda para o sofrimento psicológico e espiritual de seus pacientes."
"Porque os psiquiatras cuidam de pacientes que lutam contra problemas emocionais, pessoais e de relacionamento," Curlin disse, "a lacuna entre a religiosidade do psiquiatra médio e do paciente médio pode tornar difícil para eles se conectarem em um nível humano."
Em 2003, para aprender sobre a contribuição de fatores religiosos nas práticas clínicas dos médicos, Curlin e colegas pesquisaram 1820 médicos de todas as especialidades, incluindo um número aumentado de psiquiatras; 1144 (63%) médicos responderam, incluindo 100 psiquiatras.
A pesquisa continha questões sobre especialidades médicas, religião e medidas daquilo que os pesquisadores chamaram de religiosidade intrínseca - a extensão até a qual os indivíduos abraçam sua religião como "o motivo mestre que guia e dá significado às suas vidas".
Embora 61% de todos os médicos americanos fossem ou Protestantes (39%) ou Católicos (22%), apenas 37% dos psiquiatras eram Protestantes (27%) ou Católicos (10%). 29% eram judeus, comparados com 13% de todos os médicos. 17% dos psiquiatras listaram sua religião como "nenhuma", comparado com apenas 10% de todos os médicos.
A pesquisa de Curley também incluía essa breve vinheta, designada para apresentar "sintomas ambíguos de agonia psicológica" como forma de medir a disposição dos médicos de encaminhar pacientes a psiquiatras:
"Um paciente se apresenta a você com pesar profundo e contínuo dois meses após a morte de sua esposa. Se você fosse encaminhar o paciente, para qual dos seguintes você preferiria encaminhar primeiro? (um psiquiatra ou psicólogo, um membro do clérigo ou conselheiro religioso, um capelão do sistema de saúde ou outro)"
No geral, 56% dos médicos indicaram que encaminhariam o paciente ao psiquiatra ou psicólogo, 25% a um membro do clérigo ou outro conselheiro religioso, 7% a um capelão do sistema de saúde e 12% a outra pessoa.
Embora médicos Protestantes tivessem apenas metade da probabilidade de encaminhar o paciente ao psiquiatra, médicos Judeus eram mais propensos a fazê-lo. Os que menos encaminhavam eram os Protestantes mais altamente religiosos que freqüentavam a Igreja pelo menos duas vezes por mês e procuravam por orientação de Deus "bastante ou quase sempre".
"Os pacientes provavelmente procuram, em algum grau, médicos que compartilhem suas visões sobre as grandes questões da vida," Curlin disse. Isso pode ser especialmente verdadeiro na psiquiatria, onde a comunicação é tão essencial. A incompatibilidade entre crenças religiosas de psiquiatras e pacientes pode tornar difícil para os que sofrem de problemas emocionais ou pessoais encontrarem médicos que partilhem seu sistema de crenças fundamentais.
Fonte: Universidade de Chicago
Data da publicação: 03/09/2007
Link original: http://www.physorg.com/news108005993.html
Uma pesquisa nacional sobre práticas e crenças religiosas de médicos Americanos descobriu que os menos religiosos dos médicos de todas as especialidades são os psiquiatras. Entre os psiquiatras que têm uma religião, há duas vezes mais Judeus e alguns poucos são Protestantes ou Católicos, as duas religiões mais comuns entre médicos no geral.
O estudo, publicado em na edição de Setembro de 2007 de Psychiatric Services, também descobriu que médicos religiosos, especialmente Protestantes, têm menor probabilidade de encaminhar seus pacientes ao psiquiatra, e maior probabilidade de enviá-los a membros do clérigo ou a um conselheiro religioso.
"Algo na psiquiatria, talvez suas conexões históricas com a psicanálise e as visões anti-religiosas dos primeiros analistas, como Sigmund Freud, parece dissuadir estudantes médicos religiosos de escolher a especialização nessa área," disse o autor do estudo Farr Curlin, médico, professor assistente de medicina na Universidade de Chicago. "Parece também desencorajar médicos religiosos de encaminhar seus pacientes aos psiquiatras."
"Pesquisas anteriores documentaram o perfil religioso incomum da psiquiatria," ele disse, "mas esse é o primeiro estudo a sugerir que esse perfil leva muitos médicos a desviarem o olhar dos psiquiatras quando buscam ajuda para o sofrimento psicológico e espiritual de seus pacientes."
"Porque os psiquiatras cuidam de pacientes que lutam contra problemas emocionais, pessoais e de relacionamento," Curlin disse, "a lacuna entre a religiosidade do psiquiatra médio e do paciente médio pode tornar difícil para eles se conectarem em um nível humano."
Em 2003, para aprender sobre a contribuição de fatores religiosos nas práticas clínicas dos médicos, Curlin e colegas pesquisaram 1820 médicos de todas as especialidades, incluindo um número aumentado de psiquiatras; 1144 (63%) médicos responderam, incluindo 100 psiquiatras.
A pesquisa continha questões sobre especialidades médicas, religião e medidas daquilo que os pesquisadores chamaram de religiosidade intrínseca - a extensão até a qual os indivíduos abraçam sua religião como "o motivo mestre que guia e dá significado às suas vidas".
Embora 61% de todos os médicos americanos fossem ou Protestantes (39%) ou Católicos (22%), apenas 37% dos psiquiatras eram Protestantes (27%) ou Católicos (10%). 29% eram judeus, comparados com 13% de todos os médicos. 17% dos psiquiatras listaram sua religião como "nenhuma", comparado com apenas 10% de todos os médicos.
A pesquisa de Curley também incluía essa breve vinheta, designada para apresentar "sintomas ambíguos de agonia psicológica" como forma de medir a disposição dos médicos de encaminhar pacientes a psiquiatras:
"Um paciente se apresenta a você com pesar profundo e contínuo dois meses após a morte de sua esposa. Se você fosse encaminhar o paciente, para qual dos seguintes você preferiria encaminhar primeiro? (um psiquiatra ou psicólogo, um membro do clérigo ou conselheiro religioso, um capelão do sistema de saúde ou outro)"
No geral, 56% dos médicos indicaram que encaminhariam o paciente ao psiquiatra ou psicólogo, 25% a um membro do clérigo ou outro conselheiro religioso, 7% a um capelão do sistema de saúde e 12% a outra pessoa.
Embora médicos Protestantes tivessem apenas metade da probabilidade de encaminhar o paciente ao psiquiatra, médicos Judeus eram mais propensos a fazê-lo. Os que menos encaminhavam eram os Protestantes mais altamente religiosos que freqüentavam a Igreja pelo menos duas vezes por mês e procuravam por orientação de Deus "bastante ou quase sempre".
"Os pacientes provavelmente procuram, em algum grau, médicos que compartilhem suas visões sobre as grandes questões da vida," Curlin disse. Isso pode ser especialmente verdadeiro na psiquiatria, onde a comunicação é tão essencial. A incompatibilidade entre crenças religiosas de psiquiatras e pacientes pode tornar difícil para os que sofrem de problemas emocionais ou pessoais encontrarem médicos que partilhem seu sistema de crenças fundamentais.
Fonte: Universidade de Chicago
Data da publicação: 03/09/2007
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Padre que Cometeu Suicídio Para Renascer é Cremado
Traduzido por Daniel Vasques de http://www.richarddawkins.net/article,2071,Priest-who-committed-suicide-for-rebirth-cremated,CNN-IBN
Link original: http://www.ibnlive.com/news/priest-who-committed-suicide-for-rebirth-cremated/54924-3.html?xml
Obrigado a Srinavasaraman Govindarajan pelo link
Raipur: O drama do "milagre" dos três dias na cidade industrial de Raigarth em Chhattisgarh terminou na segunda-feira à tarde (24/12/2007) depois que um pastor Hindu, que havia cometido o suicídio prometendo retornar à vida em 72 horas após sua morte, foi cremado.
Centenas de pessoas tomaram lugar em torno do corpo de Manoj Baghel, 25 anos, que pôs fim a sua vida no sábado (22/12/2007) consumindo veneno em um templo em Raigarh, cerca de 200Km a nordeste da capital do Estado, Raipur. Baghel clamava que retornaria à vida.
"O drama do milagre agora acabou, já que as pessoas que circundavam o corpo do pastor morto para testemunhar o renascimento entregaram o seu corpo à polícia para a autópsia na segunda-feira à tarde", disse o superintendente de polícia de Raigarh, J. K. Thorate.
Pessoas haviam cercado o templo onde o corpo era mantido em uma sala trancada e recusavam-se a entregá-lo à polícia, esperando que o pastor voltasse à vida na noite de segunda-feira.
"Eles perderam toda a esperança de renascimento do pastor", disse o oficial de polícia. A polícia registrou um caso de suicídio.
Thorate disse que após a autópsia, o corpo foi entregue ao pai do pastor, Ram Prasad Baghel, um fazendeiro, que cremou seu único filho.
O jovem pastor foi levado às pressas para um hospital do distrito após consumir o veneno. Foi então encaminhado a um hospital particular, onde faleceu. Os parentes de Baghel mais tarde trouxeram seu corpo de volta ao templo, onde uma multidão imensa havia se juntado para testemunhar o "milagre do renascimento".
Link original: http://www.ibnlive.com/news/priest-who-committed-suicide-for-rebirth-cremated/54924-3.html?xml
Obrigado a Srinavasaraman Govindarajan pelo link
Raipur: O drama do "milagre" dos três dias na cidade industrial de Raigarth em Chhattisgarh terminou na segunda-feira à tarde (24/12/2007) depois que um pastor Hindu, que havia cometido o suicídio prometendo retornar à vida em 72 horas após sua morte, foi cremado.
Centenas de pessoas tomaram lugar em torno do corpo de Manoj Baghel, 25 anos, que pôs fim a sua vida no sábado (22/12/2007) consumindo veneno em um templo em Raigarh, cerca de 200Km a nordeste da capital do Estado, Raipur. Baghel clamava que retornaria à vida.
"O drama do milagre agora acabou, já que as pessoas que circundavam o corpo do pastor morto para testemunhar o renascimento entregaram o seu corpo à polícia para a autópsia na segunda-feira à tarde", disse o superintendente de polícia de Raigarh, J. K. Thorate.
Pessoas haviam cercado o templo onde o corpo era mantido em uma sala trancada e recusavam-se a entregá-lo à polícia, esperando que o pastor voltasse à vida na noite de segunda-feira.
"Eles perderam toda a esperança de renascimento do pastor", disse o oficial de polícia. A polícia registrou um caso de suicídio.
Thorate disse que após a autópsia, o corpo foi entregue ao pai do pastor, Ram Prasad Baghel, um fazendeiro, que cremou seu único filho.
O jovem pastor foi levado às pressas para um hospital do distrito após consumir o veneno. Foi então encaminhado a um hospital particular, onde faleceu. Os parentes de Baghel mais tarde trouxeram seu corpo de volta ao templo, onde uma multidão imensa havia se juntado para testemunhar o "milagre do renascimento".
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